O Deputado Estadual Amélio Cayres parabenizou com uma moção de Aplausos o diretor do Hospital Infantil de Palmas e a diretora de enfermagem por suas ações realizadas
O Deputado Amélio Cayres
apresentou uma moção de aplauso, na seção realizada na manhã do dia 16
de maio, ao Sr. Giovani Luis Padão Merenda, diretor do Hospital Infantil
de Palmas, e a Srª. Ivanete Prestres Roberti diretora de enfermagem do
mesmo, pelas ações realizadas na semana da enfermagem.
A moção se justifica,
pois o Sr. Giovani Luis Padão Merenda, diretor do Hospital Infantil de
Palmas, e a Srª. Ivanete Prestes Roberti, diretora de enfermagem do
mesmo, realizaram uma sequencia de ações em prol da comunidade carente
juntamente com toda a sua equipe de profissionais da saúde, em
comemoração a semana de enfermagem com a finalidade de amenizar as
angustia e os sofrimentos tanto dos pacientes deste hospital, quanto de
uma parcela da sociedade, que tanto necessita de apoio e atendimento de
saúde.
Fica então registrado o sincero
reconhecimento por parte do Deputado Amélio Cayres, para toda a equipe
do Hospital Infantil de Palmas que é dirigida pelo o Diretor Giovani
Luiz Padão Merenda, e a Srª. Ivanete Prestres Roberti diretora de
enfermagem, que essas ações sirvam de exemplo para todos os órgãos deste
seguimento.
Fonte: www.ameliocayres.com.br
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terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
“25% do que é gasto no mundo é investido na saúde”
Por: Saúde Web
O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luis Antonio Elias, por sua vez, elogiou a atuação do ex-presidente Lula com relação ao estímulo dado às cadeias produtivas em todas as áreas no país. “As economias que se desenvolveram, se desenvolveram a partir da ciência e da inovação”, apontou. Em conformidade com Gadelha – quanto à saúde como setor estratégico ao desenvolvimento brasileiro -, Luis Elias defendeu a inovação tecnológica como a ação estratégica nesse sentido. “Países como o Brasil têm que reduzir o hiato tecnológico, inexistente nos países mais avançados”, finalizou.
Representante da FINEP, Eliane Britto Bahruth explanou acerca da transformação do Brasil por meio da inovação. Eliane destacou o Plano Brasil
Maior, ressaltando a infraestrutura e a pesquisa como alicerces do mapa estratégico para o avanço tecnológico.
Marcos Vinicius de Souza, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, destacou, na ocasião, as três etapas para ser inovador. “pessoal qualificado, mercado com crescimento do consumo e baixa de juros, e apoio do governo”.
PPPs
O senador Humberto Costa – presidente da Subcomissão Permanente de Promoção, Acompanhamento e Defesa da Saúde – citou a saúde como pauta prioritária no Senado Federal. Os deputados federais, Luiz Henrique Mandetta – presidente da comissão de seguridade social e família – e Newton Lima – presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Nacional – também destacaram a importância da interação entre as pastas de Saúde e Ciência e Tecnologia para o avanço do setor no Brasil. “A parceria público-privada é essencial para o crescimento do país”, acrescentou, Mandetta.
Patentes
Participou da segunda parte do Fórum, Núbia Gabriela Benício, chefe de divisão de fármacos do INPI. Segundo Núbia, o Instituto vem trabalhando no sentido de alcançar maior celeridade nos pedidos de patentes. “Vislumbramos dar prioridade a produtos farmacêuticos utilizados pelo SUS, retirando-as da fila. Isso, é claro, com a parceria do Ministério”, enfatizou.
Academia x Empresariado
Do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, a professora Bartira Rossi Bergmann discorreu sobre a necessidade de interação entre universidades e empresas para a ampliação da pesquisa e desenvolvimento (P&D). “Há uma mudança de paradigma, que ocorreu principalmente pelo aporte financeiro governamental às pesquisas em áreas estratégicas para o país na última década. É preciso agora instaurar meios para agilizá-la abrindo os gargalos, adequando unidades em instituições de pesquisa de acordo com as normas GLP para um eficiente desenvolvimento tecnológico”, afirmou.
Diretor da ABIFINA, Odilon Costa destacou a motivação do cidadão brasileiro como combustível indispensável ao crescimento do país. “É preciso reagir, questionar para crescer. Não devemos deixar essa motivação se apagar”, citou por várias vezes em seu discurso.
Solução para o setor está na rede, diz Eugênio Vilaça Mendes
Por: Maria Carolina Buriti para a revista FH
Eugênio Mendes, autor do livro “As Redes de Atenção Primária à Saúde”, diz que, apesar do sistema de saúde brasileiro ter o modelo público universal, ele está se tornando, cada vez mais, parecido com o dos EUA, que une altos gastos e ineficácia
Eugênio Vilaça Mendes: O senador brasileiro, por exemplo, não está votando o sistema dele. Está votando o recurso para o pobre, o dele já está garantido, pois tem um sistema separado
FH: O SUS é uma conquista para o Brasil. Se por um lado o sistema de saúde universal é admirado e até comparado aos modelos de saúde da Europa, temos um sistema de saúde suplementar que se aproxima cada vez mais do norte-americano quando se compara o aumento da especialização. Na América Latina, temos o exemplo da colombiano e o chileno. Qual é o caminho que o Brasil poderá seguir?
Eugênio Vilaça Mendes:
Na realidade, na experiência internacional existem dois grandes modelos. Um deles é o sistema público universal, presente em vários países e caracterizado pelo Estado provedor de ampla carteira de serviços públicos. Essa provisão pode ser feita por meio de impostos gerais, é o chamado modelo beveridgiano (William Beveridge). Ele está no Canadá, Dinamarca, Espanha, Portugal, Suécia, Reino Unido, Itália e Noruega. Tem outro grupo de sistema público universal que é o bismarckiano (Otto Leopold Edvard von Bismarck), que surgiu na Alemanha e está também na França e Holanda. Ele é provido, fundamentalmente, por seguro público universal. São esses modelos que são presentes em quase toda a Europa e Canadá.
Também temos o segmentado e um exemplo dele é o americano. Lá existem modelos distintos são sistemas substitutivos não complementares. Existe o Medicaid, para os pobres, e o Medicare para os idosos, e as operadoras de planos privados, que são responsáveis pela maior parte da saúde, e como no Brasil são pessoas vinculadas às empresas ou a família adquire um plano privado.
Esses são os dois modelos mais claramente definidos no mundo. Em função dos problemas que o modelo segmentado tem nos Estados Unidos, alguns especialistas como Alain Enthoven, desenvolveram uma terceira via: a management competion, ou competição gerenciada. Nesse modelo há dupla competição, o estado disputa com o setor privado enquanto operadoras competem também pelo serviço. Ele foi testado na Colômbia e alguns desses fundamentos foi aplicado no Chile. Enfim, existe dois modelos com muitos anos e avaliações desta proposta. Na Colômbia, onde ele foi mais elaborado e testado, o sistema está em uma crise fortíssima.
Mendes: São essas as três alternativas, no Brasil foi pensado e discutido que o espírito da Constituição é de um modelo universal público. Na época de concepção, nosso sistema foi influenciado pelo modelo italiano – o beveridgiano. Mas na prática social, ao longo do tempo, por algumas razões, mas fundamentalmente pelo financiamento, o nosso modelo vem se inspirando fortemente no modelo americano e transformando-se gradativamente em segmentado. Hoje no Brasil temos um sistema de saúde com três segmentos: o SUS- que é chamado de sistema único de saúde, mas na verdade é o único de saúde pública e dois privados: o sistema de saúde suplementar, com cerca de 45 milhões de pessoas vinculadas a operadoras de saúde e o terceiro sistema, pessoas ou famílias que tiram o dinheiro do bolso, sem intermediação de plano privado, e vão a farmácia, compram consulta médica, atendimento e vão aos hospitais. No Brasil, esse sistema de desembolso direto, particular, tem recurso maior do que o da operadora.
Mendes: Quase todos os brasileiros vão ao SUS, porque ele controla a qualidade de medicamentos, qualidade da água, das vacinas e etc. Mas quase todos brasileiros também vão ao sistema do desembolso direto, e o mais grave em relação à proporção da renda é que quem mais usa o sistema público, em percentuais da renda, são os mais pobres. O sistema segmentado tem essa característica da iniquidade. Nos EUA, 50 milhões de americanos não tem cobertura. Temos essas três alternativas. Mas eu acho que se não desatar o nó do financiamento do SUS, o Brasil caminhará para a segmentação e teremos muitos problemas pela frente à semelhança dos Estados Unidos, hoje. Nós seremos amanhã o EUA de hoje. Com uma pequena diferença, que os Estados Unidos emitem dólar e nós não.
Mendes: É um nó difícil de desatar porque evidências mostram que quando se segmenta o sistema é o grupo dos pobres que será sempre subfinanciado. Tem uma frase do William Beveridge, ele previu isso em 1942, que ‘políticas públicas exclusivas para pobres são políticas pobres´. Isto é, quando se segmenta, o sistema do pobre tem muito menos dinheiro que o dos ricos e a razão é de que os pobres tem pouca capacidade de organizar seus interesses e de colocá-los na arena política. Apesar do SUS ser o único sistema para mais de 150 milhões de brasileiros, esses são os 150 milhões mais pobres. É uma massa que corresponde a 75% da população e não consegue articular seus interesses dentro do Congresso Nacional para por mais dinheiro no SUS.
De exercer o direito de cidadão?
Mendes: É, mas as classes mais baixas da população tem mais dificuldade. Veja a diferença de discutir o orçamento de um sistema público universal no Reino Unido, na Suécia e no Canadá. O congressista desses países está discutindo não só o sistema do pobre, ele está discutindo a saúde do pobre e a dele, da filha e da esposa. O congressista brasileiro tem um sistema caro e financiado pela população no geral. O do Senado, por exemplo, é um escandalo por conta dos privilégios. É um sistema financiado pelo dinheiro público, ou seja, pelo conjunto da sociedade e, portanto, pelos mais pobres. Aquele senador não está votando o sistema dele, está votando o recurso para o pobre, o dele já está garantido, pois ele tem um separado.
FH: Existe um estudo que compare o quanto mais caro é para uma operadora quando ela age centrada na especialidade do que num programa de atenção primária, por exemplo? Seria uma espécie de programa de saúde da família, só que voltado apenas para própria companhia?
Mendes: Eu não conheço um dado para o Brasil. O que posso dizer é que utilizando o modelo americano como exemplo, em 2009, os Estados Unidos gastavam US$ 7290 per capita, enquanto o Reino Unido gastava U$ 2992 e o Canadá gastava U$3895, ou seja, os Estados Unidos gastam o dobro. Uma pesquisa da Cornwell´Fund compara os EUA com Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Nova Zelândia e Reino Unido, ou seja, países onde há o sistema público universal. Os Estados Unidos apesar de ter o dobro do Reino Unido em gasto, era o pior dos sete em vários itens. Isso se deve, fundamentalmente, à ausência de atenção primária. Os EUA gastam mais que o dobro de que todos os países e é o último lugar em quase todos os itens como segurança, acesso, equidade e etc. Esse modelo é que estamos trazendo dos Estados Unidos e ele é caro porrque falta a coordenação do cuidado. Nos EUA, você tem dois livros recentes e que eu recomendo: publicado em 2008, “Overtreated”, de Shannon Brownlee e o “Overdiagnosed”, de Gilbert Welch. Uma síntese destes livros e principalmente o “Overtreated” seria: os Estados Unidos gastam com internações médicas desnecessárias de 30 a 50% dos gastos totais de saúde, em torno de 700 bilhões de dólares anuais, e esses procedimentos injustificáveis respondem por 30 mil mortes a cada ano. Faz- se excesso do diagnóstico e tratamento. Isso não quer dizer que a ressonância magnética, por exemplo, não é importante, mas o uso excessivo disto leva a mais tratamentos desnecessários.
Mendes: A rede é um sistema inteiro que se desenvolve em cinco componentes: atenção primária que coordena a rede, que vincula a população; atenção secundária, os ambulatórios especializados e os hospitais de média e alta complexidade; os sistemas logísticos, regulação, transporte sanitário, registro eletrônico em saúde; e os de apoio,- assistência farmacêutica, apoio diagnóstico terapêutico. Esse conjunto todo está em rede com um sistema de governança. Não se integra só a atenção primária com o laboratório e com o hospital, mas também com o centro de imagem, farmácia e etc. Mas para isso é preciso certo sistema logístico: prontuário eletrônico, que circule em toda a parte do sistema e inteligência reguladora, essa é ideia de rede e o Brasil não tem nada disso.
FH: Como a tecnologia pode auxiliar as Redes de Atenção Primária?
Mendes: É fundamental porque para atenção primária funcionar ela tem que ser responsável por toda a rede vinculando toda população. Na atenção primária tem que ter toda a população cadastrada nas unidades familiares e isso é muito difícil fazer sem prontuário eletrônico e sem o registro eletrônico de saúde. E não basta cadastrar as famílias, tem que cadastrar os hipertensos, por exemplo, e estratificar por risco todos os portadores de condições crônicas. Quando se trabalha com boa atenção primária se trabalha o médio e baixo riscos e só se beneficiam de especialistas os 25% dos hipertensos que tem alto ou muito alto risco, de baixo e médio não devem ir aos especialistas, pois ele intervém muito e gera iatrogenia, pois o especialistas tem uma clinica diferenciada, voltada à doença. Vai criando um acorde de tal sofisticação que o modelo de condição crônica sem o sistema de informação eletrônica não opera. Essa é a ruptura que precisa ser feita no setor público e no privado.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A iniciativa faz parte da programação da 3ª Semana de Enfermagem da unidade hospitalar
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Aparelho de tomografia do HRA está disponível à população
Instalado nas dependências do Hospital Regional Público de Araguaína, o aparelho de 16 Canais, único desse porte no Estado entre todos os existentes, mesmo de Clínicas Particulares, o aparelho encontrava–se parado desde então, por falta de operador.
Essa situação prejudicava os pacientes internados no HRA, que tinham que sair do Hospital na ambulância do SAMU, acompanhado pelo Médico plantonista do Hospital até o Centro de Tomografia Computadorizada – CDT, para a realização das Tomografias, o que gerava grandes transtornos. Pacientes graves tinham que ser removidos, o que não é recomendado, e o médico deixava o plantão para acompanhar o paciente.
Pensando na resolubilidade dos pacientes a Pró-Saúde se empenhou em colocar para funcionar o aparelho. Para isso foi contratada a empresa Clínica da Imagem, que está realizando os exames de tomografia de pacientes internados, nas dependências do HRA, desde a última terça-feira, 11.
O que é
A Tomografia Computadorizada é um exame diagnóstico que produz imagens com grande clareza de qualquer parte do interior do corpo humano. É totalmente indolor e não apresenta nenhuma contraindicação, qualquer paciente pode realizá-lo.
Como é Feito o Exame
O paciente permanece deitado e imagens da região a ser estudada são captadas através de um arco que emite as imagens para um computador. A duração do exame é de apenas 15 minutos. O único desconforto é o de permanecer imóvel para que as imagens possam ser reproduzidas com qualidade. O técnico responsável pode se comunicar com o paciente durante toda a realização do exame.
Giuliano Germano
Ascom/Pró-Saúde-TO
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
1ª Semana das Crianças do HRPG termina com muita alegria
Durante toda a semana, os profissionais que atuam na pediatria do HRPG, juntamente com a Liga de Humanização do Centro Universitário Unirg, visitaram os leitos do materno infantil e do HRPG conversando com cada paciente, levando alegria.
Teatro de variados grupos da cidade, música, contaçao de história, exibição de filmes infantis e entrega de brinquedos fizeram parte da programação.
Nesta sexta-feira, 14, o grupo de teatro do Centro Educacional Fé e Alegria Paroquial Bernardo Sayão, apresentou nas duas recepções da unidade o teatro ‘chapeuzinho vermelho’. Ao final da peça, os atores infantis destacaram que à cada pessoa aparece um lobo mal, se referindo aos problemas do dia-a-dia, mas que todos necessitam ter força para vencê-lo.
A diretora do Centro Educacional Fé e Alegria Paroquial Bernardo Sayão, Maria da Conceição Teixeira, destacou que foi bastante gratificante trazer os alunos para se apresentarem na unidade. “Temos muitas crianças que tem o espírito de integração e por isso a trouxemos aqui para trazer alegria aos internos” contou, destacando ainda, ser uma satisfação poder participar deste projeto.
A coordenadora do GTH- Grupo de Trabalho de Humanização e pediatria e maternidade do HRPG, enfermeira Leandra Barros, afirmou que o evento foi um sucesso e que as expectativas foram superadas.
A enfermeira pontuou que a comunidade se fez presente na unidade e que isso é o objetivo do grupo: inserir a comunidade dento do hospital. Ela também destacou que as pessoas que estavam internadas aceitaram bem a iniciativa, inclusive, pessoas ao receber alta procurou o grupo para pedir que o trabalho continue no decorrer do ano. Segundo a coordenadora, a intenção é esta: continuar o trabalho que com toda a certeza colabora para o bem-estar do interno.
Leandra destacou o empenho de todos os profissionais envolvidos no trabalho e o apoio da direção do hospital que deu suporte para que a iniciativa deixasse de ser apenas um sonho.
O diretor geral do HRPG, Valdemir Fernille Girato, afirmou estar satisfeito com a programação, que segundo ele, atingiu todos os objetivos. Ele destacou que a Pró-Saúde vai continuar incentivando atividades como estas. “Vamos continuar com este trabalho porque a Pró-Saúde e o Governo do Estado acreditam que humanização é o melhor caminho para colaborar com o bem-estar do nosso paciente”, enfatizou.
A diretora de enfermagem, Elisabeth Roci Kap, disse que o projeto foi maravilhoso e no ponto de vista dela, a alegria que as profissionais trazem ao hospital com esta iniciativa diminui o tempo de internação. “Queremos agradecer a direção do hospital que deu todo o apoio e abriu as portas para que outros profissionais pudessem entrar na unidade para colaborar com esta iniciativa positiva”.
Como os grupos de trabalho visitaram a ala adulta do hospital, os pacientes deste setor também aprovaram a iniciativa. Daniel Krahuku Javaé, de 23 anos, afirmou ter gostado da visita dos palhaços. Ele disse que o trabalho deles ameniza a tristeza que há em um hospital.
Dona Leila Maria Pereira, de 54 anos, que está internada há oito dias, também aprovou a visita dos palhaços. “Gostei e esse grupo tem que continuar fazendo este trabalho”, finalizou.
Fonte: www.saude.to.gov.br
Crianças internadas no Hospital Infantil têm dia especial
Um dia de alegria e magia foi o que as crianças internadas no HIPP – Hospital Infantil Público de Palmas Dr. Hugo Rocha da Silva, tiveram durante todo o dia de ontem, 12, a animação começou pela manhã com as boas vindas da Direção Geral juntamente com funcionários, voluntários e parceiros, que transformaram o ambiente hospitalar em um mundo de fantasia, com muita diversão. Na ocasião, os pacientes mirins receberam carinho de todos, ouviram estórias infantis, assistiram vídeos sobre o Hospital, receberam Parabéns cantado pelas pessoas presentes, receberam visitas e presentes nos leitos, já no período da tarde participaram de brincadeiras diversas, como brinquedos infláveis, escultura de balões, assistiram cineminha e teatro, intervenções com palhaços, nas enfermarias, músicas nos leitos e teatro de fantoches.Acompanhantes e pacientes aprovaram a idéia de ter um dia da criança diferente, mesmo sendo no Hospital, foi o que destacou a moradora de Lajeado, Eneidimar Silva Lima Lustosa, mãe do pequeno Gabriel Lustosa, que há um mês está com o filho internado na Unidade Hospitalar, ela conta que estava triste com vontade ir embora porque o filho e muito extrovertido “e aqui ele fica triste, sente-se preso, mas, essa comemoração veio alegrar ele e as outras crianças, que estão aqui, pois algumas sabem que hoje é dia delas, mas estão aqui internadas longe de casa e da família. Essa iniciativa fez com que elas esquecessem que estão internadas”, destaca.
O Diretor Geral, Giovani Merenda, que participou do inicio ao fim da festividade destacou a importância do dia para as crianças internadas no HIP, e assim como tinha prometido há duas semanas, os pacientes tiveram um dia inesquecível, com muita alegria, descontração e surpresas, segundo ele, graças ao empenho da equipe multiprofissional, voluntários e parceiros. “Mesmo estando em um ambiente hospitalar, não podíamos deixar de comemorar esse dia tão especial para elas”, ressalta.
Uma das pessoas que participou da festa como colaboradora, foi a atriz e contadora de estórias, Iva de Oliveira, que levou alegria à criançada contando estória, os pequeninos participaram e se divertiram bastante. “É muito gratificante está trazendo alegria para essas crianças. Deixo aqui um pedaço do que sonho para elas. Não importa que estejam passando por um momento triste, o que importa hoje é trazermos alegria para todos”, afirma.
Doação de brinquedos
Aproveitando a data, Frederico Lopes, de 6 anos e Maria Clara de 8 anos, filhos da interna de medicina do HIP, Susane Lopes, escolheram o Dia das Crianças para fazer doação à brinquedoteca do Hospital, na lista de presentes, geladeira, fogão, bonecos, ursos, entre outros. Maria Clara conta, o que motivou o gesto. “Como eu não estava mais usado os brinquedos achei melhor fazer outras pessoas felizes. Eu, meu irmão, minha mãe e minha avó, arrumamos tudo para trazermos alegria para as crianças que estão internadas, doentes e tristes. Com esses presentes elas ficarão felizes ao brincarem com todos esses brinquedos”.
Fonte: www.saude.to.gov.br
Crianças internadas em hospitais da capital comemoram seu dia

No Dona Regina, os 48 recém-nascidos internados no hospital foram presenteados com mordedores, entregues pela equipe da humanização e da diretoria do hospital. A administradora, Iris Gonzales, integrante da equipe da diretoria do HMPDR explicou que na maternidade a comemoração deve ser mais contida, pelo fato de os bebês atendidos serem ainda muito pequenos, mas a lembrança não poderia faltar, tendo em vista que este é o primeiro dia das crianças de cada uma delas.
Já no HGPP houve palhaços, músicas, cineminha e muita animação. A programação foi organizada pela equipe da humanização e contou com o apoio dos voluntários do grupo Mant, da Igreja de Cristo. O grupo é coordenado pela médica Evandra Denadai, que esclareceu que faz esse trabalho por entender que essas atividades lúdicas acalmam pacientes e auxiliam na sua recuperação.
É o que também acha a coordenadora do Setor de Humanização do HGPP, Cleide Mazotti. Segundo ela essas ações servem para mostrar as crianças que hospital pode ser lugar de alegria, além disso, ajuda a melhorar a relação entre os servidores do hospital e os pacientes. ”Eles passam a nos ver de outra maneira, tira a impressão negativa de que funcionário de hospital só serve pra dar remédio e injeção”, explica a coordenadora.
“Eu já estava com dó do meu filho pensando que ele ia passar o dia das crianças num quarto de hospital sem nada para fazer e sem ninguém para brincar”, foi o que revelou a dona de casa Neuracy Moreira Reis, moradora da cidade de Barrolândia, que está acompanhando o filho Marcos Vinicius Reis da Silva de 11 anos internado há 2 semanas no HGPP. O menino contou que ganhou 2 presentes porque no dia do aniversário dele, comemorado em 30 de setembro, ele já estava internado e não pode comemorar em casa. “Achei muito bom, ganhei um carrinho e uma bola, valeu como presente de aniversário e dia das crianças, e eu estava achando q não ia ganhar nada”, disse empolgado o pequeno Marcos.
A Secretaria Estadual da Juventude também foi parceira nessa comemoração, doou às crianças internadas no HGPP e no Hospital Infantil kits com presentes e lanches, o que foi um atrativo a mais nas festividades.
Fonte: www.saude.to.gov.br
Hospital Público de Porto Nacional comemora Dia do Fisioterapeuta
O objetivo do momento foi atualizar o conhecimento dos profissionais sobre o atendimento a pacientes com lesão inalatória e também homenagear os fisioterapeutas com um café da manhã especial.
A palestra reuniu cerca de 30 profissionais da área e foi ministrada pelo Fisioterapeuta, especialista em Fisioterapia Hospitalar com Ênfase em UTI, Bruno Gonçalves Lopes.
Para a fisioterapeuta, Tatiana Bonilha, a palestra reciclou a informação adquirida na graduação, “agora poderei proporcionar um atendimento especializado aos pacientes com queimadura”, conclui.
Fonte: www.saude.to.gov.br
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Mudanças na saúde exigem melhor formação dos profissionais
Devido ao aumento dos custos e da complexidade das práticas médicas, têm ocorrido mudanças rápidas e profundas na saúde pública dá década de 70 para cá. Essas são as palavras do coordenador de ciência, tecnologia e insumos estratégicos de saúde da Secretária de Saúde do Estado de São Paulo, Sérgio Müller.
De acordo com ele, essas mudanças se refletem na organização e na complexidade das instituições de saúde. Ele enfatiza que a direção de um hospital hoje não é feita como antes, apenas pelo diretor e sim que atualmente possui em sua estrutura conselhos, subdiretorias e é responsável pela organização de muitos serviços que devem funcionar de forma harmoniosa. Passamos a precisar de profissionais na administração que saibam logística, governança, sustentabilidade e gestão do conhecimento, afirma.
Além disso, um mesmo profissional deve executar tarefas tanto administrativas quanto clínicas. Isso leva a exigências maiores de formação e de atualização profissional, que Müller considera uma responsabilidade também do sistema educacional. É preciso também pensar o financiamento adequado da Saúde no país.
Müller defendeu também a definição de diretrizes de atuação pelos Conselhos de classe profissional para que sejam estabelecidos protocolos de atuação clínica em cada serviço de saúde.
Em sua explanação no 2º Fórum de Enfermagem Coren-SP/AMB, Müller comparou dados de 1998 a 2010 e como projeção para o futuro próximo, apontou a importância da Bioengenharia e de procedimentos não-invasivos, além do combate às neoplasias, que tiveram aumento de 57% nestes 12 anos.
Para tanto, de acordo com ele, o debate científico deve ser contínuo e permanente.
Fonte: www.saudebusiness.com.br
Hospital Tia Dedé realiza Semana da Criança
O objetivo do momento é valorizar a criança, oferecendo amor e alegria, além de afirmar o seu lugar de sujeito e sua condição de liberdade, mesmo diante do momento de fragilidade vivenciado frente à hospitalização.
Na ocasião, haverá apresentação de Coral e teatro religioso, os Doutores da Alegria (Grupo MEDvirto) apresentação Cultural da Apae, além da entrega de presentes para as crianças hospitalizadas.
A comemoração conta também com o apoio dos estagiários do curso de Serviço Social da Unitins, supervisionados pela Assistente Social do HMIPTD, Gualdina Facundes, que arrecadaram brinquedos para serem distribuídos durante a semana.
Crianças do Hospital Regional Público de Paraíso comemoram o Dia das Crianças
A comemoração tem o intuito de alegrar o ambiente hospitalar, aliviando o stress causado pela internação e tornando mais ameno a permanência hospitalar para as crianças que estão internadas e em observação.
Durante a programação, haverá oração, canções acompanhadas de violão, brincadeiras, teatro de fantoches, apresentação dos Doutores da Alegria, lanche, entrega de presentes e a dramatização interativa da estória “Chapeuzinho Vermelho”, apresentada pelos próprios servidores do Hospital.
Fonte: www.saude.to.gov.br
Banco de Leite Humano participa de Comemoração do Dia das Crianças no Quartel Geral
Durante todo o dia no QCG as crianças dos beneficiários do FAM terão oportunidade de participarem de muitas atividades como brincadeiras lúdicas, piscina de bolinhas, pula-pula, lanches, pipoca, picolé e algodão-doce. No evento, o BLH montou um estande, onde orientarão as pessoas sobre amamentação e doação de leite materno.
De acordo com a coordenadora do BLH do HMPDR, Walkíria Pinheiro, “o evento é uma oportunidade para o Banco de Leite Humano sensibilizar a comunidade sobre o trabalho que realiza e sobre a importância da doação de leite materno”.
Para doar ou obter informações sobre doação as pessoas devem entrar em contato com o BLH através do 0800 646 8283 e (63) 3218-7734.
FAM
Conforme o diretor-presidente do FAM, coronel Glauber de Oliveira Santos, “O FAM visa atingir a saúde preventiva, e a nossa estratégia é, ao mesmo tempo em que temos a presença das crianças nessas atividades, também temos a presença dos pais para o acesso a muitas informações sobre saúde preventiva, nos estandes que montamos aqui”.
Do HMDR, estiveram na abertura do evento a Enfermeira do BLH, Maria Lúcia S. Carvalho, a coordenadora, Walkíria Pinheiro e a Secretária Executiva do Projeto Bombeiro Amigo do Peito, Sargento Fontoura, que atua no HMDR.
Fonte: www.saude.to.gov.br
HGPP recebe Máquina de Hemodinâmica
Foi entregue na manha desta terça-feira, 11, uma Máquina de Hemodinâmica da marca Philips modelo Allura XPER FD 10 no HGPP- Hospital Geral Público de Palmas. A chegada desde aparelho significa um avanço tecnológico na assistência aos pacientes das áreas de cardiologia intervencionista, eletrofisiologia invasiva e marca-passo, cirurgia endovascular e neurointervenção.Segundo Genildo Nunes, cardiologista e coordenador do serviço de cardiologia do hospital, as equipes destas especialidades aguardavam com anseio a aquisição deste aparelho. “A partir de agora podemos prestar um serviço com mais qualidade e dignidade ao usuário do sistema público de saúde do estado”. Afirma.
Fonte: www.saude.to.gov.br
HGPP comemora dia das Crianças
A programação começará às 14h30 com entrega de brinquedos e a participação do grupo Mant da Igreja de Cristo, além de animação com músicas e apresentação de fantoches nos leitos. A comemoração será até às 16h, com uma apresentação de dança, sessão de cinema com o filme Rio e lanche especial, no encerramento.
De acordo com Cleide Mazotti, coordenadora do setor de humanização, esse tipo de iniciativa se reflete de forma positiva no tratamento das crianças internadas. “A comemoração desse dia é importante para ajudar a criança em tratamento a se desenvolver, por meio da arte de brincar, ajudando na comunicação com os que a cercam”, explica.
Fonte: www.saude.to.gov.br
Hospital Infantil e Dona Regina preparam dia especial para as crianças
Para Comemorar o Dia das Crianças, os Hospitais HIPP - Infantil Público de Palmas Dr. Hugo Rocha da Silva e HMPDR - Maternidade Pública Dona Regina Siqueira Campos, realizam nesta quarta-feira, 12, um dia todo especial para as crianças internadas no HIPP e nascidas no HMPDR.No Infantil a programação inicia às 9h30, com momento de oração feito por uma criança, em seguida tem a caixa surpresa, parabéns para crianças, contação de estórias, e às 11h, entrega de presentes. Já no período da tarde, a partir das 14h, os pacientes irão assistir filmes no cineminha, montado especialmente para eles, se divertirão nos brinquedos infláveis, escultura de balões, intervenções com palhaços nas enfermarias, músicas nos leitos e teatro de fantoches.
Já a direção do HMPDR, por meio do serviço social e humanização, entregam às 15h, lembrancinha para os bebês nascidos na unidade hospitalar.

Fonte: www.saude.to.gov.br
Paciente homenageia Hospital Dona Regina na véspera do Dia das Crianças
A paciente Darcilene Teixeira da Silva, que deu luz a uma menina no último dia 03, no HMPDR - Hospital e Maternidade Dona Regina, onde permanece até hoje, devido um problema de infecção, na véspera do Dia das Crianças homenageia o Hospital, funcionários e mães que deram luz na maternidade.Conforme a paciente, que veio de Brasília e há quatro anos mora em Palmas, mãe de três filhos, contando com a menor, única nascida no HMPDR, na homenagem ela quis passar que, apesar de o Hospital ser Dona. “Dona é a mãe e Regina é a filha, ou seja, ela é Dona, que é capaz de dar a vida às pessoas, dar o leite materno para as crianças sobreviverem. É doar para as pessoas e não guardar para si. Ela sente tudo que falo na mensagem abaixo, mas dar a quem precisa. E hoje, véspera do Dia das Crianças eu venho homenagear a todos e em especial as mães que tiveram filho aqui, lugar onde fui tratada com respeito, profissionalismo, carinho e dedicação”.
Dona Regina quer dizer o quê?
Ser Dona é carregar primeiro!
A surpresa, a descoberta, o pensamento, as informações, o conhecimento ou simplesmente...
Os enjôos, os desejos, os momentos, os sorrisos, as novidades, as mudanças; ou...
As dúvidas, as dores, os gritos, as forças, o leite materno, o alívio, a felicidade e as realizações de tudo que participamos, aqui dentro.
Darcilene Teixeira da Silva – 104 B, para toda a equipe hospitalar do Dona Regina meus agradecimento de coração

Fonte: www.saude.to.gov.br
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Hospital realiza Jornada de fisioterapia
Cuidados pré e pós-cirurgia bariátrica, distúrbios osteomusculares em profissionais de telemarketing e o impacto da incontinência urinária na vida dos idosos. Esses e outros temas serão discutidos durante a Jornada de Fisioterapia, que será realizada no dia 21 de outubro, no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), na Tijuca (RJ). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por telefone ou e-mail.
“O objetivo é atualizar os participantes com novas técnicas de atendimento na área de fisioterapia. Esse ano, abordaremos as novidades fisioterápicas nas áreas de ortopedia, neonatologia, geriatria, entre outras”, destaca a fisioterapeuta do HSVP, Denise Portugal, que também é organizadora do evento.
A Jornada é destinada a estudantes e profissionais da área de saúde e será composta de oito palestras, ministradas por profissionais do HSVP e de outras instituições de saúde. A programação inclui ainda temas como prevalência de distúrbios posturais entre músicos tecladistas e a Síndrome do túnel do carpo.
Serviço: Jornada de Fisioterapia
Data: 21 de outubro
Horário: das 13h às 17h
Inscrições: Gratuitas, telefone (21)2563-2147 ou e-mail comunicacao@hsvp.org.br
Local: Hospital São Vicente de Paulo – Centro de Convenções Irmã Mathilde - Rua Doutor Satamini, 333, Tijuca.
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Hospital Tia Dedé debate política de humanização no serviço

A PNH foi lançada em 2003, e busca colocar em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. De acordo com o Ministério da Saúde, essa política estimula a comunicação entre os gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de enfrentamento das relações de poder, trabalho e afeto que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no cuidado de si.








