O Governo do Estado conseguiu nova vitória judicial para garantir a administração de quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) por Organização Social.
O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco em exercício, desembargador Bartolomeu Bueno, suspendeu na noite desta quarta-feira (25), a liminar expedida pela 5ª Vara da Fazenda, que proibia a OS de gerir as unidades da Caxangá, Imbiribeira, Torrões (Recife) e São Lourenço da Mata.A cena se repetiu há pouco mais de um mês, quando o juiz Edvaldo Palmeira, deferiu liminar semelhante por entender que o Hospital Miguel Arraes, em Paulista, não deveria ser administrado por uma Organização Social.
O Governo, através da Procuradoria Geral do Estado, levou o caso ao conhecimento do Tribunal de Justiça, quando novamente o desembargador Bartolomeu Bueno acatou os argumentos da PGE e suspendeu a medida judicial.Em conversa com o Blog de Jamildo, o procurador-geral do Estado, Tadeu Alencar, disse que "em nome do risco à saúde pública, a Procuradoria agiu rapidamente para responder a liminar".
Ele destacou a perspectiva empresarial, de gerenciamento e controle de metas, que uma Organização Social pode imprimir à administração hospitalar, porém, sob rígido controle da Secretaria Estadual de Saúde. "Sejam quais forem as medidas que o Ministério Público tomar, vamos marcar cerrado para que o modelo siga em frente", sentenciou.Com da decisão, passa a valer o edital (publicado no site da SES, www.saude.pe.gov.br) e as entidades interessadas em administrar as quatro UPAs (Caxangá, Imbiribeira e Torrões, no Recife, e São Lourenço da Mata) devem entregar suas propostas no dia 14 de dezembro de 2009, às 9h, na Comissão Especial de Seleção, na sede da SES (Praça Oswaldo Cruz, S/N, Boa Vista).
Fonte: www.jc3.uol.com.br
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Secretário Melquíades Neto inicia expedientes no HGP
O secretário de Estado da Saúde, Dr. Francisco Melquíades Neto iniciou na tarde dessa segunda, 28, no HGP- Hospital Geral de Palmas, os plantões que serão realizados por ele na instituição, todas as segundas e quintas-feiras.
No seu primeiro dia de expediente, o secretário, juntamente com Superintendente de Gestão administrativa e desenvolvimento de Recursos Humanos as Sesau- Secretaria de Estado da Saúde, José Wilmar Noronha Aguiar, e com o diretor Geral do HGP, Paulo Faria, se reuniu com os técnicos e auxiliares de enfermagem, com o objetivo de ouvir seus anseios, sugestões e questionamentos.
Assuntos como: concurso público, hora extra, carga horária, capacitação, entre outros, foram amplamente discutidos entre os profissionais e o secretário, que fez questão de anotar pessoalmente todas as demandas, se comprometendo em analisar e dar encaminhamento e solução a cada uma delas.
De acordo com o secretário, esses expedientes dentro do HGP são importantes para que haja uma aproximação entre a Sesau e os profissionais e setores do hospital. “É a partir dessa integração entre os profissionais, que nós levantaremos os problemas e as dificuldades enfrentadas por eles no dia a dia; eles, mais do ninguém, saberão nos dizer o que precisa ser feito para que nosso hospital ofereça um atendimento de qualidade. Entretanto quero ressaltar, que vamos investir também nas pessoas, nos profissionais, pois com certeza esse investimento será refletido no atendimento aos nossos pacientes”, afirmou.
Para a técnica de enfermagem Hilda Ribeiro, essa iniciativa além de ser inédita é muito importante porque mostra que a Sesau se interessa em ouvir quem está na ponta, quem está dentro dos hospitais, e que pode dizer o que precisa ser melhorado com conhecimento de causa.
“É a primeira vez que vejo isso acontecer, normalmente os secretários se reúnem com os diretores, com os gestores, mas nós que lidamos no dia-a-dia com o paciente nem sempre somos consultados, nem sempre pedem nossa opinião. Nós estamos muito confiantes de que essa nova gestão vai fazer história no Tocantins, porque o Dr. Melquíades está começando do jeito certo, tendo humildade para nos pedir ajuda, para pedir nossa opinião”, ressaltou.
Após a reunião, o secretário visitou setores do HGP, como a UTI pediátrica, Almoxarifado, Farmácia Central, Centro Cirúrgico e Pronto Socorro.
Fonte: www.saude.to.gov.br
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Mais rigor nas órteses e próteses
Uniformização das nomenclaturas de órteses e próteses da Câmara Técnica de Implantes com a tabela unificada do SUS pode ser possível
O ministério da Saúde apresentou a tabela de procedimentos, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais utilizada no Sistema Único de Saúde, em uma reunião da Câmara Técnica de Implantes. A conclusão é que não deverá ser difícil uniformizar as nomenclaturas de órteses e próteses da Câmara Técnica com a tabela unificada do SUS.
O encontro discorreu sobre algumas das modificações previstas no novo Código de Ética Médica (CEM), que entrará em vigor daqui seis meses. Dentre as mudanças também foi comentada a revisão feita pela Unidas, dos 550 itens listados pelas Sociedades de Especialidade. Foi constatado que 50 deles possuem duplicidade de nomenclatura e possíveis erros de conceituação e codificação. As incorreções deverão ser analisadas pela subcomissão, recém-criada, coordenada por João Bosco Oliveira e apresentada no próximo dia 29
Cerca de 45% dos resíduos de saúde tem destino incorreto
Abrelpe afirma que legislação dispensa unidades de saúde de cuidar de todo detrito
Cerca de 45% dos resíduos dos Serviços de Saúde (RSS) coletados no Brasil têm destinação incorreta, ignorada ou ainda enviada para lixões. Essa é a constatação da 6ª Edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2008, lançada recentemente pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
O coordenador de Resíduos Especiais da associação, Odair Luiz Segantini, afirma também que por causa das Resoluções 306 da Anvisa de 07/12/04 e 358 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) de 29/04/05, os detritos do serviço de saúde não são destinados de uma forma confiável. Além disso, as Resoluções, que regulamentam o gerenciamento dos resíduos, teriam dispensado hospitais e outros estabelecimentos da saúde do dever de tratar todos os resíduos infectantes produzidos pelos serviços de saúde.
Fonte: www.saudebusinessweb.com.br
Toma posse o novo Secretário de Estado da Saúde do TO

Na tarde desta quarta-feira, 09, os servidores da Secretaria de Estado da Saúde – Sesau prestigiaram a saída do secretário Eugênio Pacceli de Freitas Coêlho, que deixou a Saúde para assumir a Secretaria de Estado da Administração. Em seu lugar, tomou posse o Dr. Francisco Melquíades Neto, escolhido pelo atual governador Carlos Henrique Gaguim para gerenciar a Pasta.
Acompanhado de Melquíades Neto, Pacceli disse aos servidores que se sente coroado com o convite de continuar na gestão pública do Estado, e relembra que há três anos, quando foi secretário da Administração, foi parceiro de governo com Dr. Melquíades, que na época era subsecretário da Saúde.
“Hoje tenho a plena consciência do que é Saúde Pública, e entrego a Secretaria com a convicção de que nesses anos, com o apoio dos servidores, fizemos uma Saúde melhor para o Tocantins”, falou Pacceli.
Já Dr. Melquíades diz que é uma honra voltar para a casa onde esteve, e ficará o tempo que for necessário. “Pegamos uma Secretaria que evoluiu, e iremos deixá-la, quando precisar, melhor ainda”, ressaltou. Melquíades também disse que a Secretaria da Saúde tem um quadro próprio, com profissionais capacitados, com a ajuda de todos continuaremos a fazer uma Saúde cada vez melhor”, finalizou.
Quem é Melquíades Neto: Médico há 33 anos e com larga atuação no Tocantins, Francisco Melquíades Neto, 59 anos, casado, formou-se em 1975 em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É médico concursado pelo Estado do Tocantins, sendo lotado no Hospital Geral de Palmas. Além das atividades profissionais, Melquíades Neto tem no curículo duas passagens pela Câmara Federal – a primeira entre abril de 1992 a janeiro de 1995; e a segunda entre fevereiro de 1995 a janeiro de 1999. Mais detalhes do currículo do atual secretário de estado da saúde estarão disponíveis no síte da Sesau –
Fonte: www.saude.to.gov.br
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
"O cenário para o SUS em 2010 é o pior possível"
Afirmação é do ministro da Saúde, José Gomes Temporão
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou ontem (2) que o cenário para o Sistema Único de Saúde (SUS) em 2010 "é o pior possível", pois caminha para o "sucessivo empobrecimento, o que é rasgar a Constituição Federal", que estabelece direitos fundamentais da população no acesso à saúde.
Ele reclamou que, enquanto no exterior há elogios aos programas brasileiros de assistência nessa área, internamente, discute-se, há dez anos, a geração de recursos para melhorar o atendimento.
Há programas sociais que podem esperar um pouco, segundo Temporão, mas a saúde não, pois a população está crescendo, com o aumento da expectativa de vida de homens e mulheres e isso envolve mais demanda aos serviços públicos.
Ao falar hoje, durante encontro nacional de secretários estaduais e municipais da área, o ministro argumentou que "estamos todos condenados a lutar por reformas na saúde, bem que não se compra no mercado e que, por isso, envolve a necessidade de aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde".
O presidente da Frente Parlamentar pela Saúde, deputado Darcísio Perondi (RS) afirmou que "50% dos parlamentares estão desinformados sobre o espírito da luta por mais recursos para a saúde".
Perondi defendeu a mobilização dos secretários em torno dos parlamentares, para conscientizá-los da seriedade da questão. Ele disse que há dificuldades na aprovação da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que destina mais recursos para o setor, e na instituição da Contribuição Social para a Saúde (CSS).
Com a proposta, seriam gerados R$ 11 bilhões para o Fundo Nacional de Saúde, que seriam somados a mais R$ 5 bilhões a cargo dos estados e municípios.
O deputado identifica "uma guerra de informações sobre a destinação dos recursos, em vista da má impressão deixada pela Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira [CPMF], que teve recursos desviados da sua finalidade. Mas, desta vez, tudo está bem delineado para que o dinheiro seja usado com transparência".
De acordo com ele, a Frente Parlamentar pela Saúde quer o aumento da participação do setor público no custeio da saúde. A frente defende a correção do orçamento da saúde pela variação das receitas correntes brutas, o que, segundo Perondi, não é aceito pelo governo.
Os parlamentares da frente são, também, contra a vinculação das receitas à variação do Produto Interno Bruto (PIB), "pois elas deveriam ser crescentes, para fazer face à realidade, e os percalços da economia não garantem isso." Além disso, as liderenças do PT e do PMDB, partidos da base governista, estão criando dificuldades para a regulamentação da Emenda Constitucional 29, conforme Perondi.
O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Junior, disse que tem sofrido constrangimentos quando é perguntado em diversos estados porque a Emenda 29 não é regulamentada, já que, pelo seu relato, há consenso nacional sobre sua necessidade.
Ele diz que a discussão estabelecida nas classes de renda alta, de que haverá aumento da carga tributária se for criada a CSS, não é verdadeira, pois os aposentados e pensionistas não pagariam nada, assim como os assalariados que ganham abaixo de R$ 3.218,90. "O momento atual de discussão não pode ser perdido, pois, dessa forma, o SUS estaria em cheque", completa.
Para o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Eugênio Pacelli, a forma como está sendo proposto o aumento de contribuições para a saúde, com a regulamentação da Emenda 29 e a aprovação da CSS, desmonta qualquer argumento sobre um desvio na aplicação dos recursos, que seriam 100% repassados para o Fundo Nacional de Saúde para distribuição entre estados e municípios.
Pacelli argumenta que mais de 70 milhões de brasileiros não vão pagar nem um centavo da CSS, que, segundo ele, fortalecerá o SUS, responsável pelo atendimento de 80% da população.
Fonte: www.saudebusinessweb.com.br
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Atenção ao comprar
Você sabia que o álcool de utilização hospitalar, ou seja, o álcool utilizado para esterilização é somente o que apresenta a concentração a 70%? Isto mesmo, muita atenção ao comprar este produto, pois existem várias concentrações oferecidas no mercado que não serão eficazes para a esterilização de mãos e ou superfícies.
Lembre-se na hora de comprar, álcool gel para esterilização deverá ser obrigatoriamente a 70%.
Na falta deste produto, o dueto água e sabão serão sempre eficazes!
Adm. Giovani Merenda
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Balanço do Ministério da Saúde indica diminuição de casos graves de gripe suína
Balanço divulgado nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde aponta uma diminuição no número de casos graves da gripe suína --a gripe A (H1N1)-- entre os dias 9 e 15 de agosto no país. Entre 25 de abril e 15 de agosto, 5.767 pessoas foram diagnosticadas com o vírus e, do total, 3.087 evoluíram para casos graves.
Segundo o governo, entretanto, análise da distribuição destes casos por semana epidemiológica revela a diminuição da ocorrências graves de gripe suína, o que poderia indicar --preliminarmente- um recuo da doença no país.
Desde 25 de abril, foram registradas 368 mortes no país --segundo balanço do Ministério da Saúde. Porém, de acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, o número pode chegar a, pelo menos, 384 óbitos.
Do total de vítimas cconfirmadaspelo governo federal, 46 eram gestantes (12,5%). A gestação continua sendo um dos fatores de risco da doença, assim como doenças respiratórias, idade igual ou menor que 2 anos, debilitação do sistema imunológico, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e metabólicas, além de gestação (leia mais sobre gestação abaixo).
Dentre os casos graves de gripe suína, 42,4% (1.308) apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação, incluindo a gestação. taxa de mortalidade dos casos graves confirmados para a gripe A (H1N1) no Brasil é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.
Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Fonte: www1.folha.uol.com.br
Segundo o governo, entretanto, análise da distribuição destes casos por semana epidemiológica revela a diminuição da ocorrências graves de gripe suína, o que poderia indicar --preliminarmente- um recuo da doença no país.
Desde 25 de abril, foram registradas 368 mortes no país --segundo balanço do Ministério da Saúde. Porém, de acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, o número pode chegar a, pelo menos, 384 óbitos.
Do total de vítimas cconfirmadaspelo governo federal, 46 eram gestantes (12,5%). A gestação continua sendo um dos fatores de risco da doença, assim como doenças respiratórias, idade igual ou menor que 2 anos, debilitação do sistema imunológico, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e metabólicas, além de gestação (leia mais sobre gestação abaixo).
Dentre os casos graves de gripe suína, 42,4% (1.308) apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação, incluindo a gestação. taxa de mortalidade dos casos graves confirmados para a gripe A (H1N1) no Brasil é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.
Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Fonte: www1.folha.uol.com.br
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Hospital Geral de Palmas inova para atender bem seus pacientes
Os pacientes do HGP – Hospital Geral de Palmas contam com mais uma inovação para melhoria do atendimento. Vários setores do hospital estão trabalhando para a elaboração de um protocolo de atendimento de serviço aos clientes.
A primeira etapa para a construção desse protocolo é o levantamento dos pontos fracos e possíveis falhas e a partir daí levantar discussões e debates para elaboração do protocolo. Inicialmente essas ações serão feitas na recepção do ambulatório e em seguida nas outras quatro recepções.
“Está começando uma nova era no HGP, e com a participação de todos desenvolveremos um trabalho onde só a população tocantinense tem a ganhar” avalia o diretor administrativo do hospital, Giovani Merenda.
Ao todo são sete setores envolvidos dentre eles a direção de enfermagem, direção administrativa, estatística, central de maqueiros, faturamento e outros.
Por: Gabriela Almeida
Fonte: Ascom/Sesau
18/08/2009 15:05
A primeira etapa para a construção desse protocolo é o levantamento dos pontos fracos e possíveis falhas e a partir daí levantar discussões e debates para elaboração do protocolo. Inicialmente essas ações serão feitas na recepção do ambulatório e em seguida nas outras quatro recepções.
“Está começando uma nova era no HGP, e com a participação de todos desenvolveremos um trabalho onde só a população tocantinense tem a ganhar” avalia o diretor administrativo do hospital, Giovani Merenda.
Ao todo são sete setores envolvidos dentre eles a direção de enfermagem, direção administrativa, estatística, central de maqueiros, faturamento e outros.
Por: Gabriela Almeida
Fonte: Ascom/Sesau
18/08/2009 15:05
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Infecção Hospitalar (IH)
Por:
Dra. Loisiana (Infectologista)
Presidente da CCIH do HGP
Hospital geral de Palmas
Infecção hospitalar ou Infecção Associada á Assistência á Saúde (IAAS) é frequentemente confundida como sinônimo de erro médico, não apenas por leigos, mas até mesmo por profissionais de saúde. É muito importante que todos saibam discernir o que é infecção hospitalar porque somente deste modo a mesma poderá ser evitada quando isto for possível.
Epidemiologia/Prevenção
Todos nós já ouvimos falar que IH ocorre em todos os hospitais, que não existe nenhum hospital no mundo com índice zero de infecção hospitalar! Isto acontece porque muitas infecções não podem ser evitadas. Muitos pacientes terão inexoravelmente uma ou mais infecção, independente do hospital ou qualidade da assistência recebida.
Os seres vivos, o homem inclusive, carreiam bilhões de bactérias em seu organismo não somente no intestino e cavidades (boca, ânus, ouvidos) mas, também na pele superficialmente (o que chamamos de flora transitória) e também na profundidade dos folículos pilosos e glândulas sebáceas (o que chamamos de flora residente). Os germes da flora transitória são importantes do ponto de vista epidemiológico, porque os mesmos são facilmente carreados através das mãos dos profissionais que assistem os pacientes, quando as mãos destes profissionais não são adequadamente higienizadas.
Muitos pacientes quando gravemente enfermos precisam de dispositivos (ventilação mecânica, cateter venosos centrais, sondas, etc) para mantê-los vivos e isto aumenta muito o risco de contrair uma infecção, uma vez que estes dispositivos bloqueiam o seu sistema de defesa. Por exemplo, um paciente com ventilação mecânica tem o seu sistema respiratório comprometido, no sentido de evitar que germes da orofaringe cheguem até as vias respiratórias mais baixas, por isso é comum o desenvolvimento de pneumonia o que pode ser letal, ao paciente. Uma sonda urinária, mesmo com sistema fechado após vários dias pode levar à IH das vias urinárias bem como cateteres venosos centrais podem levar à IH da corrente sanguínea.
Nos casos acima, muito dificilmente os profissionais poderão evitar que determinados pacientes desenvolvam infecção, mas os mesmos profissionais podem evitar que uma infecção se espalhe dentro dos setores se as recomendações para prevenção destas infecções forem obedecidas. Exemplo clássico: higienização das mãos!!! A higiene das mãos ainda é e continuará sendo a melhor estratégia para evitar infecções, especialmente as cruzadas, a despeito de toda a tecnologia existente.
Como sabemos as bactérias não se locomovem de um paciente para outro. Isto se dá através das mãos dos profissionais quando não adequadamente higienizadas. Por isso é importante a disponibilização de álcool gel nas enfermarias e UTIs, para evitar que infecções cruzadas ocorram. Todo profissional deve saber que precisa lavar as mãos com água e sabonete quando as mesmas estiverem visivelmente sujas ou friccionar álcool gel a 70% quando as mesmas estiverem visivelmente limpas, principalmente entre procedimentos no mesmo paciente.
Definição
O que é infecção hospitalar? Considera-se infecção hospitalar àquela infecção adquirida no ambiente hospitalar, após o terceiro dia de internação, quando o período de incubação for desconhecido. É também considerada IH, àquela infecção que ocorre no sítio cirúrgico até 30 dias após a cirurgia (quando na ausência de implante) ou até um ano após a cirurgia quando houver implante (como nas cirurgias ortopédicas).
Classificação
As IH costumam ser classificadas como endêmicas ou epidêmicas. Endêmicas são as infecções que ocorrem com mais freqüência, são aquelas relacionadas aos procedimentos invasivos, por exemplo, pneumonia relacionada à ventilação mecânica, infecção urinária relacionada às sondas ou infecção de corrente sanguínea relacionada aos cateteres venosos centrais e também as infecções de sítios cirúrgicos.
Epidêmicas são aquelas que ocorrem como surtos, quase sempre relacionadas a inadequada higienização das mãos, também chamadas de infecções cruzadas.
Etiologia
As bactérias envolvidas quase sempre são germes do ambiente hospitalar e germes que fazem parte da própria flora do paciente. Os germes hospitalares mais freqüentes são: Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter ssp, Stafiloccocus aureus.
Diagnóstico Etiológico
É muito difícil diagnosticar, do ponto de vista etiológico, uma IH, isto porque o isolamento de germes seja na corrente sanguínea seja no local ou foco de infecção muitas vezes é apenas um colonizante e não o agente causador da infecção.
Tratamento
É cada vez maior o número de germes resistentes aos antibióticos atualmente disponíveis no mercado. Já existe microorganismo resistente a praticamente tudo, um exemplo é a Pseudomonas aeruginosa, bactéria muito freqüente no ambiente hospitalar que em muitos hospitais, inclusive no nosso, é sensível apenas à polimixina B, um antibiótico antigo, extremamente nefrotóxico que durante muito tempo deixou de ser usado devido aos seus efeitos adversos, mas que agora se apresenta como única alternativa para estas infecções.
Dra. Loisiana (Infectologista)
Presidente da CCIH do HGP
Hospital geral de Palmas
Infecção hospitalar ou Infecção Associada á Assistência á Saúde (IAAS) é frequentemente confundida como sinônimo de erro médico, não apenas por leigos, mas até mesmo por profissionais de saúde. É muito importante que todos saibam discernir o que é infecção hospitalar porque somente deste modo a mesma poderá ser evitada quando isto for possível.
Epidemiologia/Prevenção
Todos nós já ouvimos falar que IH ocorre em todos os hospitais, que não existe nenhum hospital no mundo com índice zero de infecção hospitalar! Isto acontece porque muitas infecções não podem ser evitadas. Muitos pacientes terão inexoravelmente uma ou mais infecção, independente do hospital ou qualidade da assistência recebida.
Os seres vivos, o homem inclusive, carreiam bilhões de bactérias em seu organismo não somente no intestino e cavidades (boca, ânus, ouvidos) mas, também na pele superficialmente (o que chamamos de flora transitória) e também na profundidade dos folículos pilosos e glândulas sebáceas (o que chamamos de flora residente). Os germes da flora transitória são importantes do ponto de vista epidemiológico, porque os mesmos são facilmente carreados através das mãos dos profissionais que assistem os pacientes, quando as mãos destes profissionais não são adequadamente higienizadas.
Muitos pacientes quando gravemente enfermos precisam de dispositivos (ventilação mecânica, cateter venosos centrais, sondas, etc) para mantê-los vivos e isto aumenta muito o risco de contrair uma infecção, uma vez que estes dispositivos bloqueiam o seu sistema de defesa. Por exemplo, um paciente com ventilação mecânica tem o seu sistema respiratório comprometido, no sentido de evitar que germes da orofaringe cheguem até as vias respiratórias mais baixas, por isso é comum o desenvolvimento de pneumonia o que pode ser letal, ao paciente. Uma sonda urinária, mesmo com sistema fechado após vários dias pode levar à IH das vias urinárias bem como cateteres venosos centrais podem levar à IH da corrente sanguínea.
Nos casos acima, muito dificilmente os profissionais poderão evitar que determinados pacientes desenvolvam infecção, mas os mesmos profissionais podem evitar que uma infecção se espalhe dentro dos setores se as recomendações para prevenção destas infecções forem obedecidas. Exemplo clássico: higienização das mãos!!! A higiene das mãos ainda é e continuará sendo a melhor estratégia para evitar infecções, especialmente as cruzadas, a despeito de toda a tecnologia existente.
Como sabemos as bactérias não se locomovem de um paciente para outro. Isto se dá através das mãos dos profissionais quando não adequadamente higienizadas. Por isso é importante a disponibilização de álcool gel nas enfermarias e UTIs, para evitar que infecções cruzadas ocorram. Todo profissional deve saber que precisa lavar as mãos com água e sabonete quando as mesmas estiverem visivelmente sujas ou friccionar álcool gel a 70% quando as mesmas estiverem visivelmente limpas, principalmente entre procedimentos no mesmo paciente.
Definição
O que é infecção hospitalar? Considera-se infecção hospitalar àquela infecção adquirida no ambiente hospitalar, após o terceiro dia de internação, quando o período de incubação for desconhecido. É também considerada IH, àquela infecção que ocorre no sítio cirúrgico até 30 dias após a cirurgia (quando na ausência de implante) ou até um ano após a cirurgia quando houver implante (como nas cirurgias ortopédicas).
Classificação
As IH costumam ser classificadas como endêmicas ou epidêmicas. Endêmicas são as infecções que ocorrem com mais freqüência, são aquelas relacionadas aos procedimentos invasivos, por exemplo, pneumonia relacionada à ventilação mecânica, infecção urinária relacionada às sondas ou infecção de corrente sanguínea relacionada aos cateteres venosos centrais e também as infecções de sítios cirúrgicos.
Epidêmicas são aquelas que ocorrem como surtos, quase sempre relacionadas a inadequada higienização das mãos, também chamadas de infecções cruzadas.
Etiologia
As bactérias envolvidas quase sempre são germes do ambiente hospitalar e germes que fazem parte da própria flora do paciente. Os germes hospitalares mais freqüentes são: Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter ssp, Stafiloccocus aureus.
Diagnóstico Etiológico
É muito difícil diagnosticar, do ponto de vista etiológico, uma IH, isto porque o isolamento de germes seja na corrente sanguínea seja no local ou foco de infecção muitas vezes é apenas um colonizante e não o agente causador da infecção.
Tratamento
É cada vez maior o número de germes resistentes aos antibióticos atualmente disponíveis no mercado. Já existe microorganismo resistente a praticamente tudo, um exemplo é a Pseudomonas aeruginosa, bactéria muito freqüente no ambiente hospitalar que em muitos hospitais, inclusive no nosso, é sensível apenas à polimixina B, um antibiótico antigo, extremamente nefrotóxico que durante muito tempo deixou de ser usado devido aos seus efeitos adversos, mas que agora se apresenta como única alternativa para estas infecções.
Desafios, quebra de paradigmas e resultados
Por:
Adm. Giovani Merenda
Permanentemente temos a missão de dar soluções para todos os desafios que encontramos pela frente, em prol de uma qualidade melhor em nossos serviços, buscando uma satisfação explícita em cada sorriso de cliente, na batalha pela liderança de um determinado mercado ou mesmo em nossos afazeres particulares. Não importa onde e nem a hora, eles aparecerão e sem dúvida nenhuma terão de ser solucionados.
O mercado se encontra extremamente exigente, exigente principalmente pelo fato de que o perfil de nossos clientes vem mudando, um bombardeio de informações em tempo real vem ensinando e colocando os usuários de todos os tipos de serviços a par de tudo que se pode imaginar a respeito de um produto, desde sua fabricação ou produção até chegar às mãos do consumidor, e o melhor, estas informações não são somente referentes aos produtos ou serviços, mas também sobre seus deveres e obrigações quanto consumidores.
Infelizmente alguns ainda insistem em perceber somente os deveres, mas assim como aconteceu esta transformação na comunicação, esperamos um dia que esta também ocorra conosco.
Frente a isto, as organizações têm procurado aperfeiçoar seus serviços para adaptar-se a esta nova realidade de mercado que vem apresentando um cliente mais crítico, mais inteligente e muitas vezes mais ansioso.
Infelizmente alguns gestores de hospitais e clínicas, sobretudo as pequenas e as familiares, ainda acreditam que se mantendo um corpo clínico competente, serviços tecnológicos de última geração, um visual agradável principalmente ao dono, possuem tudo para que os seus negócios fluam e dêem frutos. Estão enganados, eles necessitam cuidar principalmente do que julgam ser o menos importante, olhar para o que está na sua frente, o cliente.
Vale lembrar que quando falamos cliente, estamos falando não só das pessoas que atendemos em nossas unidades hospitalares, mas também daquelas que trabalham dentro delas, o aprimoramento destes colaboradores e o reconhecimento de cada um, é de suma importância para que um serviço flua como o planejado e comece a dar frutos, pois toda a organização é o reflexo de uma interação contínua de todos os indivíduos nela envolvidos, sejam eles da alta direção, clientes internos ou externos.
Quebrar estes paradigmas é o maior desafio, e como tal, deverá ser solucionado.
Saúde e Sucesso!
Adm. Giovani Merenda
Permanentemente temos a missão de dar soluções para todos os desafios que encontramos pela frente, em prol de uma qualidade melhor em nossos serviços, buscando uma satisfação explícita em cada sorriso de cliente, na batalha pela liderança de um determinado mercado ou mesmo em nossos afazeres particulares. Não importa onde e nem a hora, eles aparecerão e sem dúvida nenhuma terão de ser solucionados.
O mercado se encontra extremamente exigente, exigente principalmente pelo fato de que o perfil de nossos clientes vem mudando, um bombardeio de informações em tempo real vem ensinando e colocando os usuários de todos os tipos de serviços a par de tudo que se pode imaginar a respeito de um produto, desde sua fabricação ou produção até chegar às mãos do consumidor, e o melhor, estas informações não são somente referentes aos produtos ou serviços, mas também sobre seus deveres e obrigações quanto consumidores.
Infelizmente alguns ainda insistem em perceber somente os deveres, mas assim como aconteceu esta transformação na comunicação, esperamos um dia que esta também ocorra conosco.
Frente a isto, as organizações têm procurado aperfeiçoar seus serviços para adaptar-se a esta nova realidade de mercado que vem apresentando um cliente mais crítico, mais inteligente e muitas vezes mais ansioso.
Infelizmente alguns gestores de hospitais e clínicas, sobretudo as pequenas e as familiares, ainda acreditam que se mantendo um corpo clínico competente, serviços tecnológicos de última geração, um visual agradável principalmente ao dono, possuem tudo para que os seus negócios fluam e dêem frutos. Estão enganados, eles necessitam cuidar principalmente do que julgam ser o menos importante, olhar para o que está na sua frente, o cliente.
Vale lembrar que quando falamos cliente, estamos falando não só das pessoas que atendemos em nossas unidades hospitalares, mas também daquelas que trabalham dentro delas, o aprimoramento destes colaboradores e o reconhecimento de cada um, é de suma importância para que um serviço flua como o planejado e comece a dar frutos, pois toda a organização é o reflexo de uma interação contínua de todos os indivíduos nela envolvidos, sejam eles da alta direção, clientes internos ou externos.
Quebrar estes paradigmas é o maior desafio, e como tal, deverá ser solucionado.
Saúde e Sucesso!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Em Palmas a Associação Médica demonstra apoio às ações do Governo na área da Saúde
Associação Médica demonstra apoio às ações do Governo na área da Saúde
05/08/2009 09:08 - Samuel Daltan Valério Zelaya/ Secom
Reunião com o governador Marcelo Miranda
A AMT - Associação Médica do Tocantins elogiou a aplicação dos recursos destinados à saúde pública na gestão Marcelo Miranda. Durante audiência realizada no Palácio Araguaia, na tarde desta segunda-feira, 03, em Palmas, o presidente da entidade, Eduardo Braga, entregou um documento ao governador demostrando oficialmente a concordância com a política do governo estadual, voltada para o setor. O encontro durou cerca de duas horas e novas ações foram discutidas.
“Nós reconhecemos que os avanços foram enormes, tanto na assistência médica, hospitalar e nos procedimentos de alta complexidade”, disse Eduardo Braga, explicando ainda que atualmente a saúde pública tocantinense “não fica atraz de nenhum Estado brasileiro. A grande maioria dos médicos reconhece o trabalho que vem sendo realizado em nosso Estado”, finalizou Braga.
O secretário estadual da Saúde, Eugênio Pacceli, citou as principais ações desenvolvidas nos últimos anos. “No documento entregue ao governador são mencionados alguns avanços, como a implantação do Complexo Regulador, do Prontuário Único, o fortalecimento do Conselho Estadual da Saúde, o serviço de Hemodiálise de Gurupi, os 15 aparelhos de ultrassom adquiridos, a reforma do Hospital de Araguaína (em andamento), a reforma e ampliação do Hospital Dona Regina, em Palmas, e muito mais”, destacou Pacceli.
A AMB por meio de ofício entregue ao Governador do Estado, diz que se sente satisfeita em participar de uma reunião política-administrativa deste cunho, reconhecendo o esforço do governo na correção e solução de históricos problemas da saúde.
Além disso a entidade reconheceu trabalhos realizados como: a valorização dos profissionais da saúde, Plano de Cargos, Carreiras e Salários, atenção de média e alta complexidade, apoio ao controle controle social e tantas outras realizações.
Também participaram da audiência os médicos e membros da AMT: Hélio Maués, Neymar Cabral, João Bosco, Carlos Novo e Hélio Romilson.
05/08/2009 09:08 - Samuel Daltan Valério Zelaya/ Secom
Reunião com o governador Marcelo Miranda
A AMT - Associação Médica do Tocantins elogiou a aplicação dos recursos destinados à saúde pública na gestão Marcelo Miranda. Durante audiência realizada no Palácio Araguaia, na tarde desta segunda-feira, 03, em Palmas, o presidente da entidade, Eduardo Braga, entregou um documento ao governador demostrando oficialmente a concordância com a política do governo estadual, voltada para o setor. O encontro durou cerca de duas horas e novas ações foram discutidas.
“Nós reconhecemos que os avanços foram enormes, tanto na assistência médica, hospitalar e nos procedimentos de alta complexidade”, disse Eduardo Braga, explicando ainda que atualmente a saúde pública tocantinense “não fica atraz de nenhum Estado brasileiro. A grande maioria dos médicos reconhece o trabalho que vem sendo realizado em nosso Estado”, finalizou Braga.
O secretário estadual da Saúde, Eugênio Pacceli, citou as principais ações desenvolvidas nos últimos anos. “No documento entregue ao governador são mencionados alguns avanços, como a implantação do Complexo Regulador, do Prontuário Único, o fortalecimento do Conselho Estadual da Saúde, o serviço de Hemodiálise de Gurupi, os 15 aparelhos de ultrassom adquiridos, a reforma do Hospital de Araguaína (em andamento), a reforma e ampliação do Hospital Dona Regina, em Palmas, e muito mais”, destacou Pacceli.
A AMB por meio de ofício entregue ao Governador do Estado, diz que se sente satisfeita em participar de uma reunião política-administrativa deste cunho, reconhecendo o esforço do governo na correção e solução de históricos problemas da saúde.
Além disso a entidade reconheceu trabalhos realizados como: a valorização dos profissionais da saúde, Plano de Cargos, Carreiras e Salários, atenção de média e alta complexidade, apoio ao controle controle social e tantas outras realizações.
Também participaram da audiência os médicos e membros da AMT: Hélio Maués, Neymar Cabral, João Bosco, Carlos Novo e Hélio Romilson.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Responsáveis por infecção hospitalar são identificados
Os microorganismos são os principais causadores de infecções hospitalares no sangue em pacientes internados
Um levantamento realizado pela Rede Nacional de Monitoramento da Resistência Microbiana em Serviços de Saúde (Rede RM), feito entre julho de 2006 e junho de 2008, indica os principais microorganismos que causam infecções hospitalares no sangue em pacientes internado em unidades de tratamento intensivo no Brasil. As notificações enviadas por 114 hospitais voluntários das cinco regiões do país somaram 5.406 microrganismos.
A infecção hospitalar é muito comum, de acordo com Cássio Marques, especialista em vigilância sanitária da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo ele, essé é um problema de saúde pública mundial, e as taxas de infecção variam entre os hospitais. "Os patógenos encontrados nos hospitais são cada vez mais resistentes aos antibióticos." O uso indiscriminado de antibióticos pode agravar o problema, segundo a Anvisa, facilitando o surgimento de bactérias e outros microrganismos cada vez mais resistentes.
Os patógenos mais presentes nos hospitais foram os do gênero Staphylococcus, (47% das notificações), que podem causar infecção generalizada e pneumonia e, na maior parte das vezes, sua infecção é causada por falhas no processo, observa Marques.
Os números do levantamento podem não refletir a dimensão exata dos quadros existentes nos cerca de 8 mil hospitais brasileiros, segundo Marques. Mesmo assim, acrescente, os dados são indicadores de problemas, sugerem possíveis quadros de resistência e até mesmo erros nos testes feitos pelos laboratórios de microbiologia de cada hospital.
O relatório final deverá ser lançado no final de 2009 e incluir as informações deste ano. A intenção da Anvisa, adianta o especialista, é elaborar uma política pública de monitoramento, prevenção e controle da resistência microbiana em serviço de saúde e uma rede de notificação.
Fonte: www.saudebusinessweb.com.br
Influenza A (H1N1) - RECOMENDAÇÕES PARA A VOLTA ÀS AULAS
27/07/2009 , às 19h30
NOTA À IMPRENSA
O Ministério da Saúde informa que o Grupo Executivo Interministerial (GEI), integrado por representantes de 16 órgãos do Governo Federal, aprovou nesta segunda-feira (27) as recomendações do MS e do MEC (Ministério da Educação) para o período que marca o fim das férias escolares e o início do segundo semestre letivo no país: - O GEI recomenda que todos os alunos com sintomas de gripe evitem retornar às aulas até estarem totalmente recuperados. Esses estudantes devem ser acompanhados por um médico. - Eventuais alterações do calendário escolar ficam sob avaliação dos governos estaduais e municipais, observando as especificidades locais em comum acordo entre os Secretários Estaduais de Saúde e de Educação, o mesmo se aplicando a esfera municipal.
Atendimento à Imprensa (61) 3315-2351/3580 jornalismo@saude.gov.br
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)










