sexta-feira, 4 de setembro de 2009
"O cenário para o SUS em 2010 é o pior possível"
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Atenção ao comprar
Lembre-se na hora de comprar, álcool gel para esterilização deverá ser obrigatoriamente a 70%.
Na falta deste produto, o dueto água e sabão serão sempre eficazes!
Adm. Giovani Merenda
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Balanço do Ministério da Saúde indica diminuição de casos graves de gripe suína
Segundo o governo, entretanto, análise da distribuição destes casos por semana epidemiológica revela a diminuição da ocorrências graves de gripe suína, o que poderia indicar --preliminarmente- um recuo da doença no país.
Desde 25 de abril, foram registradas 368 mortes no país --segundo balanço do Ministério da Saúde. Porém, de acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, o número pode chegar a, pelo menos, 384 óbitos.
Do total de vítimas cconfirmadaspelo governo federal, 46 eram gestantes (12,5%). A gestação continua sendo um dos fatores de risco da doença, assim como doenças respiratórias, idade igual ou menor que 2 anos, debilitação do sistema imunológico, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e metabólicas, além de gestação (leia mais sobre gestação abaixo).
Dentre os casos graves de gripe suína, 42,4% (1.308) apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação, incluindo a gestação. taxa de mortalidade dos casos graves confirmados para a gripe A (H1N1) no Brasil é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes.
Sintomas
A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.
Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.
Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Fonte: www1.folha.uol.com.br
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Hospital Geral de Palmas inova para atender bem seus pacientes
A primeira etapa para a construção desse protocolo é o levantamento dos pontos fracos e possíveis falhas e a partir daí levantar discussões e debates para elaboração do protocolo. Inicialmente essas ações serão feitas na recepção do ambulatório e em seguida nas outras quatro recepções.
“Está começando uma nova era no HGP, e com a participação de todos desenvolveremos um trabalho onde só a população tocantinense tem a ganhar” avalia o diretor administrativo do hospital, Giovani Merenda.
Ao todo são sete setores envolvidos dentre eles a direção de enfermagem, direção administrativa, estatística, central de maqueiros, faturamento e outros.
Por: Gabriela Almeida
Fonte: Ascom/Sesau
18/08/2009 15:05
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Infecção Hospitalar (IH)
Dra. Loisiana (Infectologista)
Presidente da CCIH do HGP
Hospital geral de Palmas
Infecção hospitalar ou Infecção Associada á Assistência á Saúde (IAAS) é frequentemente confundida como sinônimo de erro médico, não apenas por leigos, mas até mesmo por profissionais de saúde. É muito importante que todos saibam discernir o que é infecção hospitalar porque somente deste modo a mesma poderá ser evitada quando isto for possível.
Epidemiologia/Prevenção
Todos nós já ouvimos falar que IH ocorre em todos os hospitais, que não existe nenhum hospital no mundo com índice zero de infecção hospitalar! Isto acontece porque muitas infecções não podem ser evitadas. Muitos pacientes terão inexoravelmente uma ou mais infecção, independente do hospital ou qualidade da assistência recebida.
Os seres vivos, o homem inclusive, carreiam bilhões de bactérias em seu organismo não somente no intestino e cavidades (boca, ânus, ouvidos) mas, também na pele superficialmente (o que chamamos de flora transitória) e também na profundidade dos folículos pilosos e glândulas sebáceas (o que chamamos de flora residente). Os germes da flora transitória são importantes do ponto de vista epidemiológico, porque os mesmos são facilmente carreados através das mãos dos profissionais que assistem os pacientes, quando as mãos destes profissionais não são adequadamente higienizadas.
Muitos pacientes quando gravemente enfermos precisam de dispositivos (ventilação mecânica, cateter venosos centrais, sondas, etc) para mantê-los vivos e isto aumenta muito o risco de contrair uma infecção, uma vez que estes dispositivos bloqueiam o seu sistema de defesa. Por exemplo, um paciente com ventilação mecânica tem o seu sistema respiratório comprometido, no sentido de evitar que germes da orofaringe cheguem até as vias respiratórias mais baixas, por isso é comum o desenvolvimento de pneumonia o que pode ser letal, ao paciente. Uma sonda urinária, mesmo com sistema fechado após vários dias pode levar à IH das vias urinárias bem como cateteres venosos centrais podem levar à IH da corrente sanguínea.
Nos casos acima, muito dificilmente os profissionais poderão evitar que determinados pacientes desenvolvam infecção, mas os mesmos profissionais podem evitar que uma infecção se espalhe dentro dos setores se as recomendações para prevenção destas infecções forem obedecidas. Exemplo clássico: higienização das mãos!!! A higiene das mãos ainda é e continuará sendo a melhor estratégia para evitar infecções, especialmente as cruzadas, a despeito de toda a tecnologia existente.
Como sabemos as bactérias não se locomovem de um paciente para outro. Isto se dá através das mãos dos profissionais quando não adequadamente higienizadas. Por isso é importante a disponibilização de álcool gel nas enfermarias e UTIs, para evitar que infecções cruzadas ocorram. Todo profissional deve saber que precisa lavar as mãos com água e sabonete quando as mesmas estiverem visivelmente sujas ou friccionar álcool gel a 70% quando as mesmas estiverem visivelmente limpas, principalmente entre procedimentos no mesmo paciente.
Definição
O que é infecção hospitalar? Considera-se infecção hospitalar àquela infecção adquirida no ambiente hospitalar, após o terceiro dia de internação, quando o período de incubação for desconhecido. É também considerada IH, àquela infecção que ocorre no sítio cirúrgico até 30 dias após a cirurgia (quando na ausência de implante) ou até um ano após a cirurgia quando houver implante (como nas cirurgias ortopédicas).
Classificação
As IH costumam ser classificadas como endêmicas ou epidêmicas. Endêmicas são as infecções que ocorrem com mais freqüência, são aquelas relacionadas aos procedimentos invasivos, por exemplo, pneumonia relacionada à ventilação mecânica, infecção urinária relacionada às sondas ou infecção de corrente sanguínea relacionada aos cateteres venosos centrais e também as infecções de sítios cirúrgicos.
Epidêmicas são aquelas que ocorrem como surtos, quase sempre relacionadas a inadequada higienização das mãos, também chamadas de infecções cruzadas.
Etiologia
As bactérias envolvidas quase sempre são germes do ambiente hospitalar e germes que fazem parte da própria flora do paciente. Os germes hospitalares mais freqüentes são: Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter ssp, Stafiloccocus aureus.
Diagnóstico Etiológico
É muito difícil diagnosticar, do ponto de vista etiológico, uma IH, isto porque o isolamento de germes seja na corrente sanguínea seja no local ou foco de infecção muitas vezes é apenas um colonizante e não o agente causador da infecção.
Tratamento
É cada vez maior o número de germes resistentes aos antibióticos atualmente disponíveis no mercado. Já existe microorganismo resistente a praticamente tudo, um exemplo é a Pseudomonas aeruginosa, bactéria muito freqüente no ambiente hospitalar que em muitos hospitais, inclusive no nosso, é sensível apenas à polimixina B, um antibiótico antigo, extremamente nefrotóxico que durante muito tempo deixou de ser usado devido aos seus efeitos adversos, mas que agora se apresenta como única alternativa para estas infecções.
Desafios, quebra de paradigmas e resultados
Adm. Giovani Merenda
Permanentemente temos a missão de dar soluções para todos os desafios que encontramos pela frente, em prol de uma qualidade melhor em nossos serviços, buscando uma satisfação explícita em cada sorriso de cliente, na batalha pela liderança de um determinado mercado ou mesmo em nossos afazeres particulares. Não importa onde e nem a hora, eles aparecerão e sem dúvida nenhuma terão de ser solucionados.
O mercado se encontra extremamente exigente, exigente principalmente pelo fato de que o perfil de nossos clientes vem mudando, um bombardeio de informações em tempo real vem ensinando e colocando os usuários de todos os tipos de serviços a par de tudo que se pode imaginar a respeito de um produto, desde sua fabricação ou produção até chegar às mãos do consumidor, e o melhor, estas informações não são somente referentes aos produtos ou serviços, mas também sobre seus deveres e obrigações quanto consumidores.
Infelizmente alguns ainda insistem em perceber somente os deveres, mas assim como aconteceu esta transformação na comunicação, esperamos um dia que esta também ocorra conosco.
Frente a isto, as organizações têm procurado aperfeiçoar seus serviços para adaptar-se a esta nova realidade de mercado que vem apresentando um cliente mais crítico, mais inteligente e muitas vezes mais ansioso.
Infelizmente alguns gestores de hospitais e clínicas, sobretudo as pequenas e as familiares, ainda acreditam que se mantendo um corpo clínico competente, serviços tecnológicos de última geração, um visual agradável principalmente ao dono, possuem tudo para que os seus negócios fluam e dêem frutos. Estão enganados, eles necessitam cuidar principalmente do que julgam ser o menos importante, olhar para o que está na sua frente, o cliente.
Vale lembrar que quando falamos cliente, estamos falando não só das pessoas que atendemos em nossas unidades hospitalares, mas também daquelas que trabalham dentro delas, o aprimoramento destes colaboradores e o reconhecimento de cada um, é de suma importância para que um serviço flua como o planejado e comece a dar frutos, pois toda a organização é o reflexo de uma interação contínua de todos os indivíduos nela envolvidos, sejam eles da alta direção, clientes internos ou externos.
Quebrar estes paradigmas é o maior desafio, e como tal, deverá ser solucionado.
Saúde e Sucesso!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Em Palmas a Associação Médica demonstra apoio às ações do Governo na área da Saúde
05/08/2009 09:08 - Samuel Daltan Valério Zelaya/ Secom
Reunião com o governador Marcelo Miranda
A AMT - Associação Médica do Tocantins elogiou a aplicação dos recursos destinados à saúde pública na gestão Marcelo Miranda. Durante audiência realizada no Palácio Araguaia, na tarde desta segunda-feira, 03, em Palmas, o presidente da entidade, Eduardo Braga, entregou um documento ao governador demostrando oficialmente a concordância com a política do governo estadual, voltada para o setor. O encontro durou cerca de duas horas e novas ações foram discutidas.
“Nós reconhecemos que os avanços foram enormes, tanto na assistência médica, hospitalar e nos procedimentos de alta complexidade”, disse Eduardo Braga, explicando ainda que atualmente a saúde pública tocantinense “não fica atraz de nenhum Estado brasileiro. A grande maioria dos médicos reconhece o trabalho que vem sendo realizado em nosso Estado”, finalizou Braga.
O secretário estadual da Saúde, Eugênio Pacceli, citou as principais ações desenvolvidas nos últimos anos. “No documento entregue ao governador são mencionados alguns avanços, como a implantação do Complexo Regulador, do Prontuário Único, o fortalecimento do Conselho Estadual da Saúde, o serviço de Hemodiálise de Gurupi, os 15 aparelhos de ultrassom adquiridos, a reforma do Hospital de Araguaína (em andamento), a reforma e ampliação do Hospital Dona Regina, em Palmas, e muito mais”, destacou Pacceli.
A AMB por meio de ofício entregue ao Governador do Estado, diz que se sente satisfeita em participar de uma reunião política-administrativa deste cunho, reconhecendo o esforço do governo na correção e solução de históricos problemas da saúde.
Além disso a entidade reconheceu trabalhos realizados como: a valorização dos profissionais da saúde, Plano de Cargos, Carreiras e Salários, atenção de média e alta complexidade, apoio ao controle controle social e tantas outras realizações.
Também participaram da audiência os médicos e membros da AMT: Hélio Maués, Neymar Cabral, João Bosco, Carlos Novo e Hélio Romilson.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Responsáveis por infecção hospitalar são identificados
Influenza A (H1N1) - RECOMENDAÇÕES PARA A VOLTA ÀS AULAS
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
INFLUENZA A(H1N1) NOTA ATUALIZADA em 24/julho/2009
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADASexta-feira, 24 de julho de 2009 11 horas Influenza A (H1N1) 1.
3. Até 22 de julho, o Brasil registra 29 óbitos de pacientes com infecção pelo vírus influenza A (H1N1). Destas,
12 são de São Paulo / 11 do Rio Grande do Sul / 05 do Rio de Janeiro / 01 do Paraná.
3.1. De acordo com a análise epidemiológica realizada até 22 de julho, a taxa de mortalidade geral é de 0,015/100.000 habitantes. Reiteramos que, com o novo protocolo, a taxa de letalidade (óbitos por casos confirmados) não é mais utilizada como parâmetro para medir a gravidade da gripe, uma vez que, de acordo com o novo protocolo, casos leves não são mais notificados, exceto em surtos.
3.2 Todas as informações foram enviadas pelas secretarias estaduais de saúde até 22 de julho com base nas informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN).
Atendimento à Imprensa (61) 3315-2351/3580 jornalismo@saude.gov.br
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Obama pede pressa na votação
O presidente americano pediu à Câmara de Representantes e ao Senado, a democratas e republicanos que votem a favor da reforma.
Custos podem chegar a 4,8% do PIB mundial
Governos já encomendaram 600 milhões de doses de antivirais





